{"id":239,"date":"2023-02-08T14:26:54","date_gmt":"2023-02-08T14:26:54","guid":{"rendered":"https:\/\/adalassociation.org\/colloqueadal2024\/?page_id=239"},"modified":"2023-08-29T14:37:14","modified_gmt":"2023-08-29T14:37:14","slug":"chamada-para-comunicacoes","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/adalassociation.org\/colloqueadal2024\/chamada-para-comunicacoes\/","title":{"rendered":"Chamada para comunica\u00e7\u00f5es"},"content":{"rendered":"\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Col\u00f3quio internacional da associa\u00e7\u00e3o ADAL<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p><strong>24 a 26 de janeiro de 2024<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Na Am\u00e9rica Latina, a segunda d\u00e9cada dos anos 2000 encerrou-se com o aparecimento e a exacerba\u00e7\u00e3o de fen\u00f4menos clim\u00e1ticos, ambientais e sanit\u00e1rios que revelaram tens\u00f5es j\u00e1 existentes, como a fratura social, econ\u00f4mica e digital. Al\u00e9m disso, a migra\u00e7\u00e3o transfronteiri\u00e7a tornou-se uma realidade em todo o continente; \u00e9 o caso particular da Venezuela, com seis milh\u00f5es de migrantes em outros pa\u00edses latino-americanos<a href=\"#_ftn1\" id=\"_ftnref1\">[1]<\/a>, ou ainda da Col\u00f4mbia<a href=\"#_ftn2\" id=\"_ftnref2\">[2]<\/a>, cujo governo contabiliza cinco milh\u00f5es de cidad\u00e3os que deixaram o pa\u00eds<a href=\"#_ftn3\" id=\"_ftnref3\">[3]<\/a>. Todas as fronteiras do continente foram atingidas pelos fluxos migrat\u00f3rios amplificados \u2013 vindos do Caribe mas tamb\u00e9m da \u00c1frica \u2013 que geraram, entre outros, fen\u00f4menos de xenofobia entre os migrantes e a popula\u00e7\u00e3o local. No cerne dessa situa\u00e7\u00e3o, encontram-se n\u00e3o somente condi\u00e7\u00f5es pol\u00edticas dif\u00edceis, como a impunidade e as viola\u00e7\u00f5es dos direitos humanos, mas tamb\u00e9m sociais, marcadas pela pobreza, viol\u00eancia, precariedade de emprego, discursos securit\u00e1rios, negacionistas ou xen\u00f3fobos, que afetam todo o subcontinente e provocam uma din\u00e2mica pol\u00edtica que oscila, ao longo das d\u00e9cadas, entre a elei\u00e7\u00e3o de governos ditos de esquerda e de direita.<\/p>\n\n\n\n<p>Ademais, a pandemia da COVID-19 agravou as condi\u00e7\u00f5es de centenas de milh\u00f5es de trabalhadores prec\u00e1rios, desempregados (quase 10%, em m\u00e9dia<a href=\"#_ftn4\" id=\"_ftnref4\">[4]<\/a>), trabalhadores informais (53&nbsp;% segundo a OIT), etc. Essas popula\u00e7\u00f5es sofreram o confinamento sem dispor de ajuda governamental e sem ter a possibilidade de sair de casa para obter seu sustento cotidiano. A dif\u00edcil situa\u00e7\u00e3o social pr\u00e9- e p\u00f3s-pandemia \u00e9 o cen\u00e1rio de mobiliza\u00e7\u00f5es coletivas dos mais desfavorecidos e dos que pedem a amplia\u00e7ao de seus direitos \u2013 por exemplo, as minorias sexuais, as comunidades ind\u00edgenas e afrodescendentes, entre outras. Protestos e revoltas sociais em diversos pa\u00edses do continente<a href=\"#_ftn5\" id=\"_ftnref5\">[5]<\/a>, como o Chile (2019-2021) e a Col\u00f4mbia (2019-2021), anunciam a exist\u00eancia de uma for\u00e7a social que clama por mudan\u00e7as estruturais.<\/p>\n\n\n\n<p>Nesse contexto, diferentes discursos emergiram. Por um lado, os discursos de diversos atores sociais que se imp\u00f5em como locutores leg\u00edtimos de um cen\u00e1rio pol\u00edtico dentro do qual, at\u00e9 ent\u00e3o, eram marginalizados (Corten, Huart et Pe\u00f1afiel, 2012); por outro lado, os discursos dos sucessivos governos, que foram obrigados a responder por seus atos e a justificar suas a\u00e7\u00f5es. Um fluxo discursivo opera-se, assim, de um lado e de outro com o objetivo de argumentar e de justificar a \u00ab&nbsp;legitimidade&nbsp;\u00bb das a\u00e7\u00f5es implementadas. Embora esses enunciados estejam inseridos em um contexo espec\u00edfico, eles criam condi\u00e7\u00f5es de mobiliza\u00e7\u00e3o e de a\u00e7\u00e3o mais amplas diante das novas realidades sociais e pol\u00edticas. Os discursos destes diversos atores competem na luta pela imposi\u00e7\u00e3o de uma interpreta\u00e7\u00e3o da realidade e da pr\u00f3pria no\u00e7\u00e3o de \u00ab&nbsp;verdade&nbsp;\u00bb. Ao posicionarem-se como o pilar central para a compreens\u00e3o da crise (ou das crises), tais discursos participam, por sua vez, da constru\u00e7\u00e3o da realidade.<\/p>\n\n\n\n<p>Considerando-se que, para o mundo pol\u00edtico e social, a representa\u00e7\u00e3o do real \u00e9 constru\u00edda no e pelo discurso, este col\u00f3quio internacional visa analisar a maneira como os discursos institucionais e n\u00e3o institucionais, individuais e coletivos, ajudam a construir as diferentes realidades na Am\u00e9rica Latina diante desses eventos. Trata-se de observar como as diversas constru\u00e7\u00f5es discursivas obedecem a condi\u00e7\u00f5es s\u00f3cio-hist\u00f3ricas (Maingueneau, 2016) e s\u00e3o ancoradas na realidade a partir de procedimentos discursivos espec\u00edficos. Estes \u00faltimos manifestam-se, por exemplo, na utiliza\u00e7\u00e3o de <em>f\u00f3rmulas<\/em> (Krieg-Planque, 2003)eevidenciam o processo de nomina\u00e7\u00e3o e de designa\u00e7\u00e3o que operam a fim de atingir um objetivo (Cislaru, Gu\u00e9rin, Norim, N\u00e9e, 2007).<\/p>\n\n\n\n<p>Isso significa observar os discursos considerados como institucionais [<em>Instituere<\/em>] \u2013 conjunto de discursos que se pode considerar em diversos n\u00edveis como discursos \u00ab&nbsp;autorizados&nbsp;\u00bb, visto que emanam de uma institui\u00e7\u00e3o (Oger et Ollivier-Yaniv, 2003) \u2013 e os discursos n\u00e3o institucionais \u2013 aqueles que os atores sociais produzem sobre eles mesmos e sobre suas pr\u00f3prias condi\u00e7\u00f5es de exist\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<p>Levando em conta a defini\u00e7\u00e3o de \u00ab&nbsp;atos de institui\u00e7\u00e3o&nbsp;\u00bb como um tipo de ato de nomina\u00e7\u00e3o pelo qual se significa algo a algu\u00e9m (Bourdieu, 2015), o ato de comunica\u00e7\u00e3o institucional participa da constru\u00e7\u00e3o da realidade, ao passo em que \u00e9, ao mesmo tempo, um produto desta mesma realidade. Nesse sentido, as propostas de comunica\u00e7\u00e3o dever\u00e3o inserir-se em um dos dois <strong>eixos tem\u00e1ticos seguintes<\/strong>:<\/p>\n\n\n\n<p><strong>1. Os discursos midi\u00e1ticos, institucionais ou institucionalizados, sobre fen\u00f4menos naturais (clim\u00e1ticos, ambientais, sanit\u00e1rios, etc.) ou crises pol\u00edticas que d\u00e3o forma ao \u00ab&nbsp;acontecimento&nbsp;\u00bb atrav\u00e9s da dispers\u00e3o material (Foucault, 1971):&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Como os governos e\/ou a m\u00eddia (tradicional, alternativa, <em>pure players<\/em>) se comunicam e respondem \u00e0s graves crises geradas pela pandemia ou pelos fen\u00f4menos clim\u00e1ticos?<\/li>\n\n\n\n<li>Que g\u00eaneros de discurso os dirigentes utilizaram para influenciar, orientar ou condicionar certos comportamentos dos cidad\u00e3os?<\/li>\n\n\n\n<li>De que maneira os discursos pol\u00edticos sobre o meio ambiente na Am\u00e9rica Latina e no Caribe participaram da constru\u00e7\u00e3o dos acontecimentos? Como se pode caracteriz\u00e1-los?<\/li>\n\n\n\n<li>De que maneira um discurso pode ser qualificado de \u00ab&nbsp;populista&nbsp;\u00bb e quais s\u00e3o os debates com rela\u00e7\u00e3o \u00e0s situa\u00e7\u00f5es de crise (migrat\u00f3rias, de seguran\u00e7a, jur\u00eddicas, relativas aos direitos humanos, etc.) na Am\u00e9rica Latina?<\/li>\n\n\n\n<li>Como os discursos sobre o desenvolvimento e o futuro pol\u00edtico do continente refletem a discuss\u00e3o em torno dos antigos paradigmas do mundo bipolar (a amea\u00e7a comunista, o inimigo interno, a ideologia, o imperialismo, etc.)?<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>2. <strong>Os discursos circulando no espa\u00e7o p\u00fablico e que, n\u00e3o obstante, consideram-se ou s\u00e3o considerados como \u00ab&nbsp;n\u00e3o institucionalizados&nbsp;\u00bb por oporem-se aos discursos institucionais. Trata-se de observar, diante do paradigma institucional dominante, os discursos dos movimentos sociais (das v\u00edtimas, das minorias, dos setores invisibilizados, etc.) e seus processos de constru\u00e7\u00e3o e legitimidade:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>De que maneira as redes sociais abriram uma \u00ab&nbsp;janela de oportunidades&nbsp;\u00bb (Tarrow, Sydney, 1994), do ponto de vista enunciativo, prop\u00edcia \u00e0 a\u00e7\u00e3o dos movimentos sociais? Como os cidad\u00e3os se apropriaram de certos canais de comunica\u00e7\u00e3o que circulam nessas redes e como eles adaptaram sua estrat\u00e9gia discursiva para se expressarem, organizarem, mobilizarem ou serem eficientes?<\/li>\n\n\n\n<li>Como, na Am\u00e9rica Latina, o discurso sobre a mudan\u00e7a clim\u00e1tica mobiliza os jovens militantes, as comunidades aut\u00f3ctones, os advers\u00e1rios do pensamento \u00fanico, etc. na esperan\u00e7a de preservar o planeta e de lutar contra o aquecimento global?<\/li>\n\n\n\n<li>Como o discurso pol\u00edtico, materializado em um g\u00eanero discursivo particular (tal qual o discurso pol\u00edtico digital) reativa a no\u00e7\u00e3o de milit\u00e2ncia e de reconhecimento (Honneth Axel, 1992) gerando novas figuras pol\u00edticas midi\u00e1ticas?<\/li>\n\n\n\n<li>Ou, ao contr\u00e1rio, como as a\u00e7\u00f5es diretas espont\u00e2neas (Corten, Huart et Pe\u00f1afiel, 2012) \u2013&nbsp; como os \u00ab&nbsp;<em>estallidos&nbsp;<\/em>\u00bb(explos\u00f5es sociais) ou as manifesta\u00e7\u00f5es populares \u2013 instauram novas subjetiva\u00e7\u00f5es pol\u00edticas e novas condi\u00e7\u00f5es de possibilidade para a emerg\u00eancia de posi\u00e7\u00f5es sociais e enunciativas antes invisibilizadas?<\/li>\n\n\n\n<li>De que maneira os processos de capta\u00e7\u00e3o e de subvers\u00e3o (Maingueneau, 2016) se manifestam como mecanismos de comunica\u00e7\u00e3o para organizar a pragm\u00e1tica da oposi\u00e7\u00e3o, inserindo-se em uma l\u00f3gica simb\u00f3lica prop\u00edcia \u00e0 discuss\u00e3o democr\u00e1tica?<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p><strong>Organiza\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>As propostas podem ser enviadas em franc\u00eas, espanhol ou portugu\u00eas a <a href=\"http:\/\/adal@colloque-adal2024.org\">adal@colloque-adal2024.org<\/a> via um documento Word an\u00f4nimo, contendo apenas o t\u00edtulo da proposta, um resumo de 500 palavras (bibliografia n\u00e3o inclusa) com a problem\u00e1tica, a metodologia, as hip\u00f3teses ou resultados que ser\u00e3o desenvolvidos, cinco palavras-chave e cinco refer\u00eancias bibliogr\u00e1ficas. O corpo do e-mail dever\u00e1 incluir o nome do.a autor.a, seu v\u00ednculo institucional e sua disciplina, seu e-mail e o t\u00edtulo da proposta.<\/p>\n\n\n\n<p>A l\u00edngua oficial do col\u00f3quio \u00e9 o franc\u00eas, mas as comunica\u00e7\u00f5es poder\u00e3o igualmente ser feitas em espanhol ou em portugu\u00eas. Nesse caso, os.as participantes dever\u00e3o providenciar uma apresenta\u00e7\u00e3o Power Point em franc\u00eas. Ap\u00f3s o evento, uma sele\u00e7\u00e3o de artigos ser\u00e1 publicada na forma de livro ou revista, impresso e\/ou eletr\u00f4nico.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\"\/>\n\n\n\n<p><strong>Calend\u00e1rio:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>8 de fevereiro de 2023<\/strong><strong>: <\/strong>lan\u00e7amento da chamada de trabalhos.<\/li>\n\n\n\n<li><strong><mark style=\"background-color:#fcb900\" class=\"has-inline-color has-black-color\">30 de abril de 2023<\/mark>: <\/strong>encerramento da chamada e do envio das propostas a <a href=\"http:\/\/adal@colloque-adal2024.org\">adal@colloque-adal2024.org<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><strong>30 de junho de 2023: <\/strong>notifica\u00e7\u00e3o de aceite ou de recusa aos proponentes.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>15 de setembro de 2023:<\/strong> abertura das inscri\u00e7\u00f5es no site do col\u00f3quio.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>24 a 26 de janeiro de 2024:<\/strong> realiza\u00e7\u00e3o do col\u00f3quio em Paris.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\"\/>\n\n\n\n<p class=\"has-small-font-size\"><a href=\"#_ftnref1\" id=\"_ftn1\">[1]<\/a> N\u00fameros do m\u00eas de dezembro de 2022: <a href=\"https:\/\/www.imf.org\/es\/News\/Articles\/2022\/12\/06\/cf-venezuelas-migrants-bring-economic-opportunity-to-latin-america\">https:\/\/www.imf.org\/es\/News\/Articles\/2022\/12\/06\/cf-venezuelas-migrants-bring-economic-opportunity-to-latin-america<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-small-font-size\"><a href=\"#_ftnref2\" id=\"_ftn2\">[2]<\/a>&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.oecd-ilibrary.org\/sites\/3894985a-fr\/index.html?itemId=\/content\/component\/3894985a-fr#indicator-d1e59446\">https:\/\/www.oecd-ilibrary.org\/sites\/3894985a-fr\/index.html?itemId=\/content\/component\/3894985a-fr#indicator-d1e59446<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-small-font-size\"><a href=\"#_ftnref3\" id=\"_ftn3\">[3]<\/a> Os n\u00fameros para a Col\u00f4mbia oscilam entre 5 e 8 milh\u00f5es de colombianos vivendo no exterior. Fonte: Congr\u00e8s de la R\u00e9publique de Colombie. <a href=\"https:\/\/www.camara.gov.co\/presupuesto-y-censo-necesarios-para-atender-migrantes-colombianos\">https:\/\/www.camara.gov.co\/presupuesto-y-censo-necesarios-para-atender-migrantes-colombianos<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-small-font-size\"><a href=\"#_ftnref4\" id=\"_ftn4\">[4]<\/a> <a href=\"https:\/\/www.ilo.org\/global\/about-the-ilo\/newsroom\/news\/WCMS_836226\/lang--fr\/index.htm\">https:\/\/www.ilo.org\/global\/about-the-ilo\/newsroom\/news\/WCMS_836226\/lang&#8211;fr\/index.htm<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-small-font-size\"><a href=\"#_ftnref5\" id=\"_ftn5\">[5]<\/a> Argentina, Costa Rica, Brasil, Equador, Bol\u00edvia, Peru, Venezuela, Nicar\u00e1gua. Todos esses pa\u00edses vivenciaram manifesta\u00e7\u00f5es entre 2019 et 2020. Cuba e Paraguai em 2021, assim como a Guatemala e El Salvador.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\"\/>\n\n\n\n<p><strong>Bibliografia sugerida<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Alexandre, M. F.; Resende, V. de M., (2010), \u00ab&nbsp;Representa\u00e7\u00e3o discursiva da pobreza extrema \u2013 an\u00e1lise discursiva cr\u00edtica de um testemunho publicado em editorial da revista Cais&nbsp;\u00bb. <em>Revista Latinoamericana de Estudios del Discurso<\/em>, 10 (2), p. 87-105, 2010.<\/p>\n\n\n\n<p>Alvarez-Leguizamon, S., (2005), <em>Trabajo y producci\u00f3n de la pobreza en latinoam\u00e9rica y El Caribe: estructuras, discursos y actores<\/em>, Bunos Aires, Consejo latinoamericano de ciencias sociales (CLASCO)<\/p>\n\n\n\n<p>Araujo, I. F., &amp; Cortes, G. R. de O., (2021), \u00ab&nbsp;O rompimento da barragem Brumadinho: disputa de sentidos nas tramas discursivas do Twitter&nbsp;\u00bb, Revista Eletr\u00f4nica <em>Interfaces<\/em>, 12 (1). https:\/\/revistas.unicentro.br\/index.php\/revista_interfaces\/article\/view\/6536. <em>&nbsp;<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Brum, C.; Cavalheiro de Jesus, S., (2015), \u00ab Mito, diversidade cultural e educa\u00e7\u00e3o: notas sobre a invisibilidade guarani no Rio Grande do Sul e algumas estrat\u00e9gias nativas de supera\u00e7\u00e3o&nbsp;\u00bb, <em>Horizontes Antropol\u00f3gicos<\/em> [En ligne], 44. http:\/\/journals.openedition.org\/ horizontes\/1020<\/p>\n\n\n\n<p>Brunner, P.; Pordeus-Ribeiro,&nbsp;(2020) \u00ab&nbsp;<em>In\u00e9galit\u00e9(s)<\/em>&nbsp;dans le discours de la presse fran\u00e7aise: usages discursifs et dimensions s\u00e9mantiques d\u2019un mot&nbsp;\u00bb, <em>Corela<\/em> [En linge], 18 &nbsp;(2), http:\/\/journals.openedition.org\/corela\/12798.<\/p>\n\n\n\n<p>Butler, J.,&nbsp;(2004), <em>Le pouvoir des mots&nbsp;<\/em>-politique du performatif-, \u00e9ditions Amsterdam, Paris.<\/p>\n\n\n\n<p>Corten, A.; Huart, C. et Pe\u00f1afiel R. (2012). <em>L\u2019interpellation pl\u00e9b\u00e9ienne en Am\u00e9rique latine. Violence, actions directes et virage \u00e0 gauche<\/em>, Paris\/Montr\u00e9al, Karthala\/PUQ.<\/p>\n\n\n\n<p>Cislaru, G., Gu\u00e9rin, O., Morim, K., N\u00e9e, E. (2007). <em>L\u2019acte de nommer: Une dynamique entre langue et discours<\/em>. Presses Sorbonne Nouvelle. Paris.<\/p>\n\n\n\n<p>Cusso, R., G. C., (dir) (2008), Dossier \u00ab&nbsp;Du discours politique au discours expert&nbsp;\u00bb, <em>Mots. Les langages du politique<\/em>, 88.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Emediato, W., (2020).&nbsp; \u00ab&nbsp;Os enquadres discursivos do acontecimento migrat\u00f3rio: narrativiza\u00e7\u00e3o, banaliza\u00e7\u00e3o e estigmatiza\u00e7\u00e3o \/ The discursive frameworks of the migratory event: narrativization, trivialization and stigmatization&nbsp;\u00bb, <em>Revista De Estudos Da Linguagem<\/em>, 28, p. 597-618.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Fairclough, N., (1995), <em>Critical Discourse Analysis. <\/em><em>The critical study of langage.<\/em> Langman Publishing, New York.<\/p>\n\n\n\n<p>Foucault, M., (1971), <em>L\u2019ordre du discours<\/em>, -Le\u00e7on inaugurale au Coll\u00e8ge de France prononc\u00e9e le 2 d\u00e9cembre 1970-, \u00c9ditions Gallimard, Mayenne.<\/p>\n\n\n\n<p>Gaudichaud, F., (2019), \u00ab&nbsp;Am\u00e9rique latine&nbsp;: les gouvernements &#8220;progressistes&#8221; dans leur labyrinthe&nbsp;\u00bb, <em>Recherches Internationales<\/em>, L\u2019Am\u00e9rique latine en bascule, 115, p. &nbsp;61-81.<\/p>\n\n\n\n<p>Grigoletto, E., (2005), \u00ab&nbsp;Do lugar social ao discursivo: o imbricamento de diferentes posi\u00e7\u00f5es sujeito&nbsp;\u00bb. In: Anais do II Semin\u00e1rio de Estudos em An\u00e1lise do Discurso. Porto Alegre: UFRGS.<\/p>\n\n\n\n<p>Krieg-Planque, A., (2009), La notion de \u201cformule\u201d en analyse du discours: cadre th\u00e9orique et m\u00e9thodologique, Presses Universitaires de Franche-Comt\u00e9.<\/p>\n\n\n\n<p>Krieg-Planque, A., (2012), Analyser les discours institutionnels, Paris, A.&nbsp;Colin, coll.&nbsp;ICOM, s\u00e9rie Discours et communication.<\/p>\n\n\n\n<p>Honneth, A., (1992), <em>La Lutte pour la reconnaissance,<\/em> Gallimard.<\/p>\n\n\n\n<p>Lara, G. M. P., (2017), Abrindo as portas: a voz dos imigrantes e refugiados, in&nbsp;: <em>Cadernos de Linguages e Sociedade<\/em>, 18, p. 28-48.<\/p>\n\n\n\n<p>Londei, D.;&nbsp; Moirand, S.; Reboul-Tour\u00e9, S. et Reggiani, L. (dir.) (2013),&nbsp;<em>Dire l\u2019\u00e9v\u00e9nement: langage, m\u00e9moire, soci\u00e9t\u00e9<\/em>. Paris: Presses Sorbonne Nouvelle. 356 p.<\/p>\n\n\n\n<p>Maingueneau, D., (2002), Les rapports des organisations internationales: un discours constituant?&nbsp;<em>Les mots du pouvoir. Sens et non-sens de la rh\u00e9torique internationale<\/em>, G.&nbsp;Rist&nbsp;\u00e9d.,&nbsp;<em>Nouveaux cahiers de l\u2019IUED<\/em>, Paris, Presses universitaires de France (Enjeux, n<sup>o<\/sup>&nbsp;13), p.&nbsp;119-132.<\/p>\n\n\n\n<p>Maingueneau, D. (2013), Post-scriptum. Le rapport de la Banque mondiale. Quelques r\u00e9flexions d\u2019un analyste du discours,&nbsp;<em>Les discours sur l\u2019\u00e9conomie<\/em>, M.&nbsp;Temmar, J.&nbsp;Angermuller, F.&nbsp;Lebaron&nbsp;\u00e9d., Paris, PUF (CURAPP), p.&nbsp;175-190.<\/p>\n\n\n\n<p>Monte, M. et Oger, C., (2015), La construction de l\u2019autorit\u00e9 en contexte. L\u2019effacement du dissensus dans les discours institutionnels,&nbsp;<em>Mots. Les langages du politique<\/em>, 107, p. &nbsp;5-18. http:\/\/journals.openedition.org\/mots\/21847.<\/p>\n\n\n\n<p>Moirand. S.; Reboul-Tour\u00e9, S; Londei, D et Reggiani, L. (dir.) (2013), <em>Dire l\u2019\u00e9v\u00e9nement. Langage, m\u00e9moire, soci\u00e9t\u00e9<\/em>, Paris, Presses Sorbonne Nouvelle.<\/p>\n\n\n\n<p>Moirand, S. (2016), \u00ab&nbsp;De l\u2019in\u00e9galit\u00e9 objectivis\u00e9e \u00e0 l\u2019in\u00e9galit\u00e9 ressentie et aux peurs qu\u2019elle suscite: les r\u00e9fugi\u00e9s pris au pi\u00e8ge de l\u2019identit\u00e9&nbsp;\u00bb, <em>Revista de Estudos da Linguagem, <\/em>24 (3), http:\/\/www.periodicos.letras.ufmg.br\/index.php\/relin\/article\/view\/10812.<\/p>\n\n\n\n<p>Najar, S. (2013), <em>Les r\u00e9seaux sociaux sur internet \u00e0 l&#8217;heure des transitions d\u00e9mocratiques<\/em>, Tunis : IRMC ; Paris : Karthala.<\/p>\n\n\n\n<p>Oger, C.; Ollivier-Yaniv, C. (2003), \u00ab&nbsp;Analyse du discours institutionnel&nbsp;et sociologie compr\u00e9hensive: vers une anthropologie des discours institutionnels&nbsp;\u00bb,&nbsp;<em>Mots. Les langages du politique<\/em>, 71, p. &nbsp;125-145, <a href=\"http:\/\/mots.revues.org\/8423\">http:\/\/mots.revues.org\/8423<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p>Oger, C., (2021).&nbsp;<em>Faire r\u00e9f\u00e9rence. La construction de l\u2019autorit\u00e9 dans le discours des <\/em><em>institutions<\/em>&nbsp;(Paris&nbsp;: Editions EHESS).<\/p>\n\n\n\n<p>Paveau, M.-A. (2017), \u00ab&nbsp;Le discours des vuln\u00e9rables. Proposition th\u00e9orique et politique&nbsp;\u00bb,&nbsp;<em>Cadernos de Linguagem e Sociedade<\/em>, 18 (1), p. 135-157.<\/p>\n\n\n\n<p>Piovezani, C.; Soares, T., (2018), \u00ab&nbsp;Ret\u00f3rica do preconceito: uma an\u00e1lise de discursos sobre vozes marginais&nbsp;\u00bb. <em>EID&amp;A &#8211; Revista Eletr\u00f4nica de Estudos Integrados em Discurso e Argumenta\u00e7\u00e3o<\/em>, Ilh\u00e9us, 15, p. 58-70, jan.\/jun.2018.<\/p>\n\n\n\n<p>Tarrow, S. (1994), <em>El Poder en Movimiento.&nbsp; Los movimientos sociales, La acci\u00f3n colectiva y la pol\u00edtica<\/em>. Ed. Alianza Universidad. Cambridge University Press.<\/p>\n\n\n\n<p>Zoppi-Fontana, M., (2014), <em>Cidad\u00e3os Modernos: discurso e representa\u00e7\u00e3o pol\u00edtica<\/em>. Campinas: Editora da Unicamp.<em><\/em><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Col\u00f3quio internacional da associa\u00e7\u00e3o ADAL 24 a 26 de janeiro de 2024 Na Am\u00e9rica Latina, a segunda d\u00e9cada dos anos 2000 encerrou-se com o aparecimento e a exacerba\u00e7\u00e3o de fen\u00f4menos clim\u00e1ticos, ambientais e sanit\u00e1rios que revelaram tens\u00f5es j\u00e1 existentes, como a fratura social, econ\u00f4mica e digital. 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